Pote explica como aceitou deixar o Sporting em apenas “um segundo” e elogia Rui Costa


 Pedro Gonçalves revelou que precisou de muito pouco tempo para decidir deixar o Sporting e rumar à Fiorentina no último mercado. O internacional português queria continuar no futebol europeu e considerou que o projeto do emblema de Florença reunia todas as condições que procurava para a nova etapa da carreira.

Pote: "Demorei um segundo a aceitar"

Em entrevista ao ‘La Nazione’, Pote admitiu que já se sentia preparado para sair de Portugal, mas afastou desde cedo uma mudança para a Arábia Saudita. “Estava pronto para deixar Portugal, mas queria continuar a jogar na Europa, em países como Inglaterra, Espanha ou Itália. A Arábia Saudita? Houve qualquer coisa, mas não me interessava. Queria manter-me no futebol que conta e, nesse sentido, a Fiorentina foi uma escolha perfeita".

A rapidez da decisão também ficou clara nas palavras do antigo jogador do Sporting. “Quando me informaram sobre a Fiorentina, disse sim num instante. O primeiro contacto foi entre o meu agente e o diretor Paratici. Demorei um segundo a aceitar”, contou o criativo de 28 anos, que marcou um novo golo.

Pote: "Rui Costa? Vestimos duas camisolas muito... digamos diferentes"

Pote foi ainda confrontado com o legado português deixado por Rui Costa em Florença e aproveitou para brincar com a histórica rivalidade entre Sporting e Benfica. “Se te recordas, vestimos duas camisolas muito... digamos diferentes!”, atirou, antes de elogiar o percurso do antigo internacional português em Itália.

“De qualquer modo, o Rui escreveu páginas lindíssimas da Fiorentina, sei-o bem. Ele fez muito. Outro português que passou por aqui e de quem gostei foi o Nuno Gomes, mas...”, acrescentou Pedro Gonçalves, recordando dois nomes fortemente ligados ao rival dos leões.

O jogador emprestado pelo Sporting prefere, contudo, olhar para essas referências como motivação para construir a própria história em Florença. “Falar de campeões, de quem fez coisas importantes na história da nossa equipa, faz-me pensar no futuro, naquilo que eu poderia fazer. Ou seja, o futebol, o desporto é um desafio constante e, por isso, porque não pensar que um dia posso fazer algo mais?”, concluiu.

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