O FC Porto averbou a primeira derrota nesta nova temporada frente ao Manchester City (0-2), naquele que também foi o regresso à Liga dos Campeões. A equipa de Francesco Farioli revelou dificuldades defensivas, tendo Diogo Costa evitado males maiores, mas o dado mais alarmante mora no ataque. Os números são claros: zero remates enquadrados à baliza, tendo tentado visar a baliza de Donnarumma apenas por cinco ocasiões ao longo dos 90 minutos.
Esta combinação revela-se especialmente preocupante, tendo em consideração que do outro lado esteve uma equipa que deu muito trabalho a Diogo Costa, efetuando 20 remates, metade enquadrados.
A falta de fulgor ofensivo foi evidenciada, sobretudo, pelo trio ofensivo formado por William Gomes, Pepê e André Silva.
Juntos, estes três jogadores fizeram um total de três remates, nenhum deles em direção à baliza inglesa, ao mesmo tempo que apenas Pepê conseguiu completar um drible com sucesso.
Do banco de suplentes saíram Borja Sainz, aos 68 minutos, e Santiago Giménez, aos 72 minutos, mas a dinâmica do ataque do FC Porto não ganhou outra dimensão. A dupla também não conseguiu incomodar Donnarumma e a melhor ação foi um cruzamento por parte do avançado mexicano.

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